Memoria Helio Euclides, comunicador popular da Maré

Maré, Rio de Janeiro, Brasil
O autono e a pandemia Da loja de doces do meu pai fico acompanhando as árvores resistentes.

O autono e a pandemia Da loja de doces do meu pai fico acompanhando as árvores resistentes. Percebo que elas querem me dizer que o doce maior vem da mae natureza. Elas ficam próxima da Escola Municipal Professor Paulo Freire, o patrono da educaçao. Ele que nos ensina a amar o saber. Essa sabedoria que nos diz sobre o nosso meio ambiente, que hoje ressurge das cinzas para afirmar que nem a pandemia poder calar o grito do planeta. Que apesar da negligência do ser humano, é possível olhar as árvores e ver que nem a poluiçc~ao é possível silenciar, que estamos no inverno e que árvore é vida.

O autono e a pandemia Da loja de doces do meu pai fico acompanhando as árvores resistentes. Percebo que elas querem me dizer que o doce maior vem da mae natureza. Elas ficam próxima da Escola Municipal Professor Paulo Freire, o patrono da educaçao. Ele que nos ensina a amar o saber. Essa sabedoria que nos diz sobre o nosso meio ambiente, que hoje ressurge das cinzas para afirmar que nem a pandemia poder calar o grito do planeta. Que apesar da negligência do ser humano, é possível olhar as árvores e ver que nem a poluiçc~ao é possível silenciar, que estamos no inverno e que árvore é vida.